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Mulan | Critica de Liu Yifei a protestos em Hong Kong incita boicote ao filme

Manifestações pró-democracia já duram 11 semanas

Mulan | Critica de Liu Yifei a protestos em Hong Kong incita boicote ao filme

Em meio a protestos contra a soberania do Estado chinês sobre o território de Hong Kong, Liu Yifei, cidadã sino-americana e protagonista do remake de Mulan, criticou os manifestantes e apoiou as ações da polícia chinesa.

Pela rede social chinesa Weibo, a atriz disse estar do lado dos policiais, acusados de agressão e uso excessivo de força, e disse que os protestos são uma “vergonha para Hong Kong”.

A declaração de Yifei criou uma revolta no Twitter, fazendo com que a hashtag #BoycottMulan (“Boicote Mulan”, em tradução livre) chegasse rapidamente aos trending topics de Hong Kong e dos EUA.

Iniciados em julho, os protestos em Hong Kong lutavam contra um projeto de lei que permitia a extradição de pessoas acusadas de crimes contra a China Continental. Manifestantes afirmavam que os extraditados poderiam ser julgados injustamente e tratados de maneira violenta pelo governo.

Apesar da suspensão do projeto em julho, os protestos seguiram, eventualmente evoluindo para um movimento pró-democracia e pedido de renúncia da Governadora de Hong Kong, Carrie Lam.

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Bolsonaro diz consultar equipe econômica por redução de impostos em games

Presidente afirma que país é “segundo maior mercado do mundo nesse negócio”. Estudo diz que é o 13º.

Em suas contas nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro indicou mais uma vez que o governo estudará a possibilidade de abaixar impostos em jogos eletrônicos.

Curiosamente, Bolsonaro indica na mensagem que o “Brasil é o segundo mercado no mundo nesse negócio”. O presidente não indicou de onde tirou os dados para esta afirmação.

De acordo com a firma de pesquisa de mercado Newzoo, em 2018, o Brasil foi considerado o 13o. maior país consumidor nessa área, com 75.7 milhões de jogadores e US$ 1,5 bilhão em arrecadamento.

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Divulgação/Newzoo

O segundo maior mercado da indústria de games são os EUA, com base instalada de 178,7 milhões de jogadores e arrecadamento de US$ 30,4 bilhões, ficando atrás apenas da China.

É a segunda vez em dois meses que o presidente afirmou que o governo ao menos considera uma redução em impostos de games, tendo feito o primeiro comentário em junho.

Jair Bolsonaro considera extinguir a Ancine

Presidente teria considerado absurdos projetos aprovados pelo órgão oficial

Jair Bolsonaro considera extinguir a Ancine

O presidente Jair Bolsonaro considera fazer mudanças drásticas na Agência Nacional do Cinema (Ancine), de acordo com a colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo. Entre as medidas possíveis, ele cogita extinguir o órgão oficial ou, então, transferi-lo para a Secretaria de Comunicação (Secom), dentro do Ministério da Cidadania.

A insatisfação do Bolsonaro se deve a relatos de projetos aprovados pela Ancine que o presidente entende como absurdos. Um exemplo é o reality Born to Fashion, cuja premissa é revelar modelos trans. Outra preocupação dele estaria também na disputa de cargos dentro da área da cultura.

A decisão sobre o destino da Ancine deve ser tomada ainda nesta quinta-feira (18), quando Bolsonaro se encontrará com o ministro da Cidadania Osmar Terra. Procurada pelo Omelete, a Ancine não deu posicionamento oficial até a publicação desta matéria.

Criada em 2001, a Ancine é uma agência reguladora com a função de fomentar e fiscalizar as produções cinematográfica e videofonográfica no Brasil.

League of Legends é banido no Irã e Síria devido a complicações com os EUA

Microtransações vão contra sanções comerciais impostas por Trump

League of Legends foi banido no Irã e na Síria por conta das tensões dos dois países com os Estados Unidos. As informações vêm do site GameInformer.

Os usuários que tentaram entrar em suas contas se depararam com a seguinte mensagem: “Devido a regulamentações dos Estados Unidos, jogadores do seu país não podem acessar League of Legends por hora“.

Esta restrição pode ser alterada pelo governo dos Estados Unidos, então se e quando isso acontecer, ficaremos felizes de tê-lo de volta na Fenda“, continuar a mensagem.

Recentemente, o presidente Donald Trump impôs sanções ao Irã, exigindo que as empresas de seu país não poderiam comercializar com o Irã.

Como League of Legends possui microtransações, o recurso acaba se enquadrando na categoria de negociações. Dado isso, o jogo foi restringido no país.

Estados Unidos agora exigem informações de redes sociais para emissão de visto

Emails antigos e números de telefone também farão parte da nova lista de exigências

Por Rafael Romer01.06.2019

A partir deste mês, os Estados Unidos passarão a exigir informações sobre as redes sociais, emails antigos e números de telefone de  todos os interessados a pedir visto de entrada ou imigração.

A decisão é resultado de uma medida apresentada em abril do ano passado pelo presidente Donald Trump e tem como objetivo reforçar o controle da entrada de pessoas no país.

Segundo o Federal Register, equivalente ao Diário Oficial do governo dos Estados Unidos, cerca de 14 milhões de viajantes e 710 mil imigrantes que entram no país todos os anos serão afetados pela medida (via Bloomberg).

Anteriormente, esses requerimentos eram solicitados apenas para os pedidos vindos de países em risco — uma parcela de apenas 65 mil pessoas por ano.

Candidata à presidência dos EUA quer quebrar monopólios da Amazon, FB e Google

Elizabeth Warren pretende forçar vendas de empresas internas das gigantes de tecnologia

Por meio da plataforma de blogs Medium, a senadora americana e candidata à presidência dos EUA pelo Partido Democrata, Elizabeth Warren, revelou que um de seus principais planos de sua administração é a de quebrar os monopólios da Amazon, Facebook e Google no setor de tecnologia, para estimular a criação de negócios de menor porte e um mercado mais competitivo.

“Nos anos 1990, a Microsoft — a gigante tecnológica de seu tempo — estava tentando utilizar seu domínio nos sistemas operacionais de computador para o domínio do setor de navegadores da web. O governo federal processou a Microsoft por violar leis anti-monopólio e, no fim das contas, chegou a um acordo. O caso antitrust do governo contra a Microsoft ajudou a criar o caminho para companhias de internet como Google e Facebook a emergir.”

“Esta história demonstra porque promover competição é tão importante: ela permite companhias novas e inovadoras a crescer e prosperar — o que leva a todos no mercado a oferecer produtos e serviços melhores. Não estamos todos felizes que temos a opção de usar o Google ao invés de sermos forçados a usar o Bing?”

De acordo com Warren, atualmente as gigantes de tecnologia têm poder demais sobre diversos aspectos da vida cotidiana, e por isso criaram uma estrutura anticompetitiva, em que empresas menores são adquiridas ou levadas à falência por meio das políticas destas companhias.

“A grandes companhias de tecnologia da América providenciam produtos valiosos, mas também possuem um poder enorme sobre nossas vidas digitais. Quase metade de todo o e-commerce passa pela Amazon. Mais de 70% de todo o tráfego de Internet passa por sites de propriedade ou operados pelo Google ou Facebook.”

“Para retornar o equilíbrio de poder de nossa democracia, para promover competição, e garantir que a nova geração de inovação tecnológica seja tão vibrante quanto a última, é a hora de partir nossas maiores companhias de tecnologia.”

Warren cita como precedente para este plano as políticas da chamada “Era Dourada”, do fim do século XIX ao início do século XX, em que monopólios de diferentes indústrias, como a Standard Oil, JPMorgan e AT&T tiveram seu tamanho reduzido por meio de leis antitrust propostas tanto por Republicanos quanto Democratas.

Caso eleita presidente, Warren pretende que grandes plataformas tecnológicas sejam designadas como “Platform Utilities” (Plataformas Utilitárias, em tradução livre), e que não possam adquirir empresas ou plataformas relacionadas a ela.

“Companhias com rendimento global anual de US$ 25 bilhões ou mais e que ofereçam ao público um mercado online, uma troca de serviços, ou uma plataforma para conectar terceiros seriam consideradas ‘plataformas utilitárias’.”

“Essas companhias serão proibidas de ser donas de tanto a plataforma quando qualquer participante dela. Plataformas utilitárias deverão estabelecer um sistema justo, razoável e não-discriminatório de lidar com usuários. Elas não terão permissão de transferir ou compartilhar dados com terceiros.”

“Para companhias menores (aquelas com rendimento global anual entre US$ 90 milhões e US 25 bilhões), suas plataformas utilitárias deverão estabelecer um sistema justo, razoável e não-discriminatório de lidar com usuários, mas não serão obrigadas a se separar estruturalmente de qualquer participante da plataforma.”

Sendo assim, plataformas como a Amazon Marketplace, os serviços de propaganda do Google, assim como o Google Search, seriam separadas de suas companhias-mãe.

A proposta de Warren também negaria fusões consideradas anticompetitivas, com a Amazon se separando da rede Whole Foods, o Google do Waze, e o Facebook do WhatsApp e Instagram.

“Aqui está o que não vai mudar: você ainda seria capaz de ir ao Google e fazer buscas como faz hoje em dia. Ainda será capaz de ir na Amazon e achar 30 tipos de máquina de café que podem chegar a sua casa em dois dia. Ainda será capaz de ir ao Facebook e ver como está seu velho amigo de escola.”

“Aqui está o que vai mudar: pequenos negócios teriam uma chance justa de vender seus produtos na Amazon sem medo de que ela os leve à falência. O Google não poderia esganar seus competidores ao rebaixar seus produtos no Google Search. O Facebook sentiria a pressão real do Instagram e WhatsApp para melhorar a experiência de usuário e proteger nossa privacidade. Visionários de tecnologia teriam uma chance de competir contra gigantes.”

Senadora pelo estado de Massachussetts, Warren é conhecida como oponente ferrenha de grandes corporações e monopólios, e uma das principais inimigas do grande mercado financeiro representado por Wall Street dentro do governo americano.

A senadora criou uma petição em apoio a esta proposta, que pode ser assinada por aqui.

Roger Waters quer tocar The Wall na fronteira dos EUA e México

Músico falou sobre significado da canção

Julia Sabbaga/omelete/10.01.2019

Em entrevista ao AFP, Roger Waters expressou a vontade de apresentar o álbum The Wall, do Pink Floyd, ao vivo em algum lugar da fronteira entre os Estados Unidos e o México [via Euro News]:

“Mas antes que isso aconteça, precisa acontecer um despertar das pessoas contra as políticas de extrema direita. Os esgotos estão cheios de homens gananciosos e poderosos”. 

Sobre o significado do álbum, o músico explicou [via Loudwire]: “É muito relevante agora com o Sr. Trump e toda sua conversa de construir muros e criar o máximo de animosidade entre raças e religiões. O álbum é sobre como a construção de muros pode ser prejudicial em um nível pessoal, mas também em um sentido maior”. 

The Wall é o 11º álbum do Pink Floyd, lançado em 1979, e contém faixas como “Another Brick in the Wall”, “Comfortably Numb” e “Run Like Hell”.

Pantera Negra, Beyoncé e mais: Obama revela músicas e filmes favoritos do ano

Confira a seleção do antigo presidente

Julia Sabbaga/omelete/28.12.2018

O antigo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, revelou suas listas de músicas e filmes favoritos do ano. A seleção inclui Pantera Negra, Roma, Aniquilação, e faixas do The Carters, Janelle Monaé e Leon Bridges. Confira:

No final de 2017, Obama também compartilhou suas favoritas, que incluíam Harry Styles, Jay-Z e mais – confira aqui. 

Roger Waters recebe alerta da justiça do Paraná sobre manifestação em show

Coligação de Bolsonaro pediu inelegibilidade de Haddad por turnê do músico britânico

Natália Bridi/omelete/27.10.2018

 A Justiça Eleitoral do Paraná mandou advertir as produções de grandes eventos, incluindo o show de Roger Waters, sobre sobre a restrição de manifestações políticas em Curitiba a partir das 22h deste sábado (27), dia que antecede as eleições. O músido se apresenta na capital  paraense a partir das 21h30 deste sábado (via G1/Folha de S.Paulo).

A decisão assinada pelo juiz eleitoral Douglas Peres é baseada em um pedido do Ministério Público Eleitoral. No pedido, o MPE pede que todos os envolvidos no show, além de Waters, sejam notificados sobre a proibição de exibir “dístico, hashtag ou qualquer outra conduta que configure propaganda de apoio ou de repúdio“. No documento, Peres explica que, conforme a legislação eleitoral brasileira, qualquer manifestação eleitoral é permitida até as 22h do dia que antecede o pleito. A notificação foi enviada à produtora do show que, procurada pelo G1, alegou que o show acontecerá normalmente.

Waters tem se manifestado publicamente desde o seu primeiro show em São Paulo, colocando o candidato Jair Bolsonaro na sua lista de neo-fascistas – saiba como foi a apresentação em SP. O show segue a postura que a turnê Us + Them assumiu desde o o início, apresentando também duras críticas ao presidente dos EUA Donald Trump. Na apresentação em Salvador, Waters homenageou Moa do Katendê (veja aqui) e no Rio de Janeiro prestou homenagem à Marielle Franco (saiba mais).

O músico também é citado no pedido de inelegibilidade do adversário de Fernando Haddad (PT) feito pela coligação do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), que alega propaganda irregular durantes os shows do ex-integrante do Pink Floyd no Brasil. “As imagens nas quais o candidato Jair Bolsonaro é comparado com um dos grandes ditadores do mundo são de extrema gravidade e demonstram a premeditação e o explícito propósito de denegrir sua imagem e causar nos telespectadores/fãs uma forma de repulsa, pela evidente campanha negativa, o que não condiz com a realidade“, diz o documento. Segundo a equipe do candidato à presidência, além da exibição da hashtag #EleNão, as homenagens ao mestre Moa do Katendê e à Marielle Franco, associariam os crimes ao candidato – leia mais.

O Dia em que o Presidente desapareceu | Romance de estreia de Bill Clinton fala sobre mistérios da Casa Branca

Publicação será lançada este mês no Brasil

A Editora Record lança este mês no Brasil O Dia em que o Presidente desapareceu, primeiro romance ficcional de Bill Clinton em parceria com James Patterson. Confira a capa da publicação:

Com informações privilegiadas do dia a dia de um comandante dos EUA, o livro devassa as difíceis decisões políticas, os estresses e os perigos enfrentados nos dias atuais e a importância da presidência americana. “Ser presidente é uma honra imensa. Mas também pode ser o trabalho mais difícil do mundo. Todo dia traz uma novidade, e nem sempre ela é boa”, afirmou.

A trama mostra problemas como ameaça virtual, cyberterrorismo, espionagem e um traidor dentro do gabinete de governo. Revela, ainda o funcionamento e as vulnerabilidades dos EUA.