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Broly chega a Dragon Ball FighterZ em 5 de dezembro; veja trailer

Guerreiro é o sexto e último da segunda temporada de conteúdo extra do jogo

A produtora Bandai Namco e a desenvolvedora Arc System Works liberaram novo trailer de Dragon Ball FighterZ focado no personagem extra Broly. Confira logo acima.

O vídeo revela que o novo guerreiro chega ao game de luta no dia 5 de dezembro.

É importante lembrar que este Broly é o mesmo visto na versão Dragon Ball Super do anime e também no filme Dragon Ball Super: Broly.

Dragon Ball FighterZ já está disponível para PlayStation 4, Xbox One, Switch e PC.

7 animes censurados no ocidente

Cigarros que viram doces, armas apagadas, relacionamentos reprimidos e mais

Censura One Piece

Em meados dos anos 2000, as distribuidoras americanas descobriram a mina de ouro que era licenciar animes japoneses. Com o sucesso de Pokémon, todo mundo focou no Japão em busca de mais desenhos de “pessoas de olho grande”, independente do conteúdo.

O problema era que os desenhos japoneses lidamde forma diferente com violência e alguns temas polêmicos, então o pessoal do ocidente se viu em uma encruzilhada no caminho por uma audiência fácil. Para adaptar o conteúdo ao público e costumes ocidentais, algumas coisas foram editadas e censuradas nos animes sem o menor pudor. Na lista abaixo comentamos sete exemplos de animes marcados pela censura ocidental.

Pokémon

James de biquíni em Pokemon

Reprodução

Pokémon é uma animação para crianças tanto no ocidente quanto no Japão, mas certos conteúdos dos episódios foram tratados como tabus pela 4Kids. Além do famoso episódio que causou casos de epilepsia no Japão, a distribuidora chegou a descartar um episódio por ter arma de fogo e outro por colocar James de biquíni com um peito maior do que o de Jessie. Porém, algumas outras mudanças “leves” aconteceram para não causar estranhamento no público americano.

Nas primeiras temporadas, a 4Kids mudou na tradução o onigiri, bolinho de arroz japonês, para biscoito ou pipoca doce. Em temporadas posteriores ela foi ainda mais cara-de-pau e editou um onigiri para transformá-lo em um sanduíche. Tanto esforço assim só para não aparecer um prato japonês no anime!

Yu-Gi-Oh!

Yu-Gi-Oh! censura armas

Reprodução

Pokémon fazia um baita sucesso, então a mesma 4Kids foi atrás de um outro anime que envolvia adolescentes e monstros colecionáveis. A distribuidora voltou com Yu-Gi-Oh! embaixo do braço e estava decidida a transformar aquela série na nova mania… mesmo que precisasse mudar todo o conteúdo soturno da animação. Um festival de edições foi realizado para transformar Yu-Gi-Oh! em um anime mais leve: foram retiradas todas as armas de fogo (os seguranças apontam o dedo para os inimigos), crucifixos foram editados para tirar qualquer conotação cristã e por aí vai.

A maior mudança em Yu-Gi-Oh! no entanto foi a eliminação do conceito de “morte”. Na versão americanizada nenhum personagem morria, era apenas “transportado para o Domínio das Trevas“. Qualquer ameaça à vida dos personagens também foi excluída: em um episódio, serras elétricas que cortariam a perna de um duelista foram substituídas por lâminas laser que levam a pessoa automaticamente para o Domínio das Trevas. Parece até piada.

Card Captor Sakura

Censura Sakura

Reprodução

Os americanos também se tornaram mestres em mudar diálogos para alterações nas séries animadas. A gente aqui no Brasil teve sorte de receber Card Captor Sakura sem qualquer corte, mas os americanos azarados acabaram sofrendo nas mãos da distribuidora Nelvana. Pra começar, ela mudou a história da série para que fosse uma aventura protagonizada pela Sakura e pelo Syaoran. Sim, Sakura não era mais a protagonista solo!

Eles mudaram diálogos, cortaram informações e rearranjaram a ordem dos episódios para fazer com que o Syaoran fosse tão importante para a série quanto a Sakura. Até o título foi mudado, e passou a ser “Card Captors”. Além dessa mudança bizarra, os americanos também fizeram o serviço de sempre: mudaram trilha sonora de fundo, cortaram temas polêmicos como insinuações LGBT e o perturbador romance entre professor Terada e a aluna Rika.

InuYasha

censura InuYasha

Amazon Prime Video/Reprodução

Criada por Rumiko Takahashi, InuYasha é uma história sobre o folclore japonês e o período feudal do país, e a versão ocidental trazida pela Televix ao menos teve o cuidado de manter a ambientação japonesa. Tirando a mudança de nomes no Brasil (Kagome/Agome, Miroku/Mirok e Naraku/Narak para evitar o espírito da quinta série que nos habita), as únicas mudanças realizadas em InuYasha foram para minimizar a violência e erotismo, mas o resultado ficou meio estranho.

As cenas de ação, sempre envolvendo espadas e garras fatiando demônios, foram amenizadas diminuindo o frame rate dos golpes. O público via tudo em câmera lenta, possibilitando a Televix eliminar as imagens mais violentas. O sangue teve a cor escurecida para ficar mais difícil de ver. A câmera lenta também foi usada para evitar a exibição de seios femininos. Porém, no primeiro episódio havia uma cena que era impossível usar esse recurso. O que eles fizeram? Criaram digitalmente um topzinho azul na demônia do episódio.

Fullmetal Alchemist

Fullmetal Alchemist

Reprodução

Uma das mais aclamadas séries shonen dos últimos anos não teve apenas uma versão censurada no ocidente, e sim duas! Fullmetal Alchemist foi distribuída ao ocidente pela mesma Televix de InuYasha e a versão tinha umas manchas mal-feitas tampando o sangue no chão e roupas. O público brasileiro viu a versão sem censura quando a série foi exibida no Animax e só teve acesso a esses cortes por acidente quando a Focus Filmes lançou o quarto box de DVD por aqui: a empresa colocou a versão censurada nos discos em vez da versão normal por descuido, o que só foi corrigido no lançamento do box completo.

Fullmetal Alchemist também foi exibido no Brasil pela RedeTV em uma época na qual o Ministério da Justiça estava de olho no conteúdo inadequado na televisão. Por isso, a emissora por conta própria também saiu censurando umas cenas, tornando o anime de ação mais aceitável para os padrões da Classificação Etária Livre.

Sailor Moon

Zyocite e Malachite Sailor Moon

Reprodução

Sailor Moon foi outra série que teve algumas pequenas censuras ao ser trazida ao ocidente. Aqui no Brasil tivemos acesso a uma versão bem parecida com a original, mas com algumas mudanças feitas para eliminar personagens LGBT na série. Zyocite e Malachite (Kunzite no original) eram dois soldados da grande vilã Rainha Beryl e mantinham um romance bem explícito, mas a versão latina realizou uma mudança de gênero para não ter um casal homoafetivo na série: Zyocite, que era um homem, foi transformado em mulher na dublagem e ganhou uma voz feminina.

Já a versão americana de Sailor Moon foi um caso à parte: rolou corte em todas as cenas com arma de fogo ou comportamento reprovável da protagonista Usagi. Mas a mais bizarra das edições foi no casal lésbico Michiro e Haruka, na temporada Sailor Moon S: para explicar a proximidade das personagens e não falar que elas tinham um romance, os americanos mudaram o roteiro para dizer que eram primas.

One Piece

One Piece

Reprodução

Mesmo com tantos exemplos, a série mais lembrada quando se fala de censura no ocidente é One Piece. Trazida também pela 4Kids, a série foi totalmente desfigurada em prol de uma “adequação ao público infantil norte-americano“, e as edições feitas por computador são risíveis. As armas de fogo foram editadas,  crucifixos viraram pedaços verticais de madeira, cerveja virou suco e o cigarro na boca do Sanji foi trocado por um pirulito (!!!).

As histórias dramáticas do passado dos membros do bando foram trocadas e até momentos inofensivos da história sofreram edições pesadas. Laboon, a baleia gigante que recebe o bando na Great Line, foi limada da versão americana e substituída por um iceberg (!?). Os membros do grupo do vilão Crocodile cujos nomes faziam referência a feriados cristãos tiveram suas alcunhas trocadas, e todo o arco de Little Garden foi cortado por motivos que ninguém sabe explicar. Por sorte, depois de duas temporadas de pura tesoura e retaliação, a Funimation adquiriu os direitos e relançou nos EUA sem qualquer censura.

Mas e o Japão?

The Seven Deadly Sins

Reprodução

A censura americana também “mudou” de certa forma os animes japoneses. Para tornar o anime de Pokémon mais “global”, com o passar do tempo a Pokémon Company passou a tirar as referências de cultura japonesa e minimizou a violência da animação. Dragon Ball Kai, a remasterização da série original, também passou por algumas amenizações porque o anime era considerado violento até para os atuais padrões japoneses.

Os animes podem até parecer que são desenhos mais violentos se comparados aos americanos, mas isso se deve também ao horário de exibição no Japão: produções levadas ao ar durante a madrugada têm muito menos restrições que as exibidas durante o dia. Recentemente, a terceira temporada de The Seven Deadly Sins sofreu uma censura pela emissora japonesa, com o sangue mudando de cor e sombras omitindo cenas mais violentas.

Crunchyroll e Japan House organizam evento de animes gratuito em São Paulo

JHSPCINE ficará em cartaz até janeiro de 2020

Imagem promocional de Dr Stone/Crunchyroll/Divulgação

Em associação com a organização Japan House, o portal Crunchyroll organizará a exibição de diversos animes diferentes entre os dias 25 de outubro e 31 de janeiro de 2020. A mostra JHSPCINE incluirá episódios de séries e longas-metragens, que serão exibidos na área externa do espaço JHSP, na Avenida Paulista.

Os seis primeiros animes exibidos serão All Out!! (episódios 1 ao 3), Natsume Yujincho (episódios 1 ao 3), Dr. Stone (episódios 1 ao 3), Blackfox (filme completo), Welcome to Demon School! Iruma-Kun (episódios 1 ao 3) e Ascendence of a Bookworm (episódios 1 ao 3). O evento é gratuito e a classificação é livre.

Maiores informações sobre o JHSPCINE podem ser encontradas no site da mostra.

Serviço:

Quando: de 25 de outubro de 2019 a 31 de janeiro de 2020, às 19h
Onde: Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52 (área externa)
Participação livre e gratuita

Michael B. Jordan comenta semelhanças entre figurinos de Killmonger e Vegeta

Ator também afirmou que consegue executar muito bem a “corrida Naruto”

Killmonger em Pantera Negra/Marvel Studios/Divulgação

Fã confesso de animes, Michael B. Jordan contou orgulhoso ao High Snobiety sobre sua capacidade de executar a “corrida Naruto”, método popularizado pela internet graças ao evento realizado na frente da Área 51 no dia 20 de setembro.

De acordo com o ator, ele tem braços longos que o ajudam a pegar velocidade e praticamente levantar voo. Em tom de brincadeira, o astro de Creed e Pantera Negra afirmou que queria ter participado do evento em Nevada, nos Estados Unidos, mas que teria ficado na retaguarda, esperando que os participantes mais animados avisassem caso encontrassem algum objeto de fora do planeta dentro da base militar.

Ainda falando sobre as animações japonesas, Jordan confessou que nunca conscientemente pediu para que o figurino de Killmonger, seu personagem em Pantera Negra, ficasse parecido com o de Vegeta, um dos protagonistas da franquia Dragon Ball, mas que se divertiu quando a internet comparou as armaduras. “Foi uma feliz coincidência e achei demais que as pessoas transformaram isso em memes”, disse o ator.

Compare os visuais de Killmonger e Vegeta abaixo:

O próximo trabalho de Michael B. Jordan nos cinemas é Luta Por Justiça, que estreia no Brasil em 9 de janeiro de 2020.

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Dragon Ball Z | Funko revela novos Pops exclusivos da NYCC

Piccolo medita e Vegeta solta Final Flash nos novos colecionáveis

Dragon Ball Z | Funko revela novos Pops exclusivos da NYCC

A Funko anunciou novos Pops! de Dragon Ball Z exclusivos para a New York Comic-Con. Os colecionáveis mostram Piccolo meditando e Vegeta soltando um Final Flash. Confira abaixo:

Além de Dragon Ball Z, a empresa anunciou colecionáveis exclusivos da Marvel e The Office. A New York Comic Con de 2019 acontece entre os dias 3 e 6 de outubro.

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My Hero Academia: 2 Heróis – O Filme chega a plataformas digitais

Longa está disponível em serviços on demand

My Hero Academia: 2 Heróis – O Filme chega a plataformas digitais

Inspirado em um dos animes de maior sucesso dos últimos tempos, My Hero Academia: 2 Heróis – O Filme já está disponível em diversos serviços on demand. O longa, que mostra All Might e Midoriya em uma aventura na tecnológica I-Island foi liberado digitalmente no último dia 4.

O filme está disponível para compra e aluguel no NOW, iTunes, YouTube, Google Play, VIVO Play e SKY, em versões dublada e legendada.

O elenco de dublagem brasileiro conta com nomes como Guilherme Briggs, Jacqueline Sato e Fábio Lucindo.

Adaptação do mangá de Kohei Horikishi, a trama acompanha um garoto comum em meio a um mundo de heróis e pessoas com habilidades sobre-humanas. O mangá é publicado no Brasil pela JBC, enquanto o anime conta com mais de 60 episódios desde sua criação em 2016 e é exibido no serviço de streaming Crunchyroll. A quarta temporada estreia em 12 de outubro no Japão.

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Por que você precisa ver o anime Cowboy Bebop

Série animada cultuada pelo mundo ganhará live-action na Netflix

Imagem de Cowboy Bebop

Evangelion é considerado um dos animes mais influentes dos anos 90. Mas essa nomeação de Shinji Ikari como o representante da comunidade otaku daquela década não ofusca o brilho de uma outra série que chegou de mansinho, ali em 1998. Esse foi o ano de nascimento de Cowboy Bebop, um anime tão importante a ponto de ser reverenciado 20 anos após sua exibição original. Mas, afinal, o que essa série tem de tão incrível assim?

Dirigido por Shinichiro Watanabe, o anime mostra o Sistema Solar afetado por um acidente que tornou a Terra inabitável. Os humanos precisaram ocupar novos planetas, graças à facilidade de se viajar pelo espaço, e a criminalidade chegou a um nível alarmante. Para combater essa ameaça, o governo voltou à regra do velho oeste americano: oferece um valor pela cabeça de criminosos e os caçadores de recompensa viajam pelo universo tentando capturá-los.

Cowboy Bebop tem quatro personagens principais, unidos pelo destino pouco favorável. O protagonista Spike tem pendências com um amor do passado; o ex-policial Jet ainda sofre os males de ter abandonado a instituição; a trambiqueira profissional Faye Valentine tenta lembrar de sua juventude e a hacker Ed quer fugir do abandono. Esses quatro desajustados passam a conviver como uma “família informal”, unidos basicamente pela conveniência e fome.

Como se vê, Cowboy Bebop tem uma premissa muito simples e boa parte de seus episódios se encerram neles mesmos. Geralmente vemos esses quatro protagonistas passando fome, indo atrás de alguma cabeça a prêmio e se enfiando em histórias bem complicadas, normalmente terminando com uma luta entre naves. Às vezes tudo dá certo, outras vezes sobra dinheiro para comprar apenas um macarrão instantâneo. O maior atrativo do anime, no entanto, é na forma como tudo é contado ao público.

O “bebop” no título não está ali apenas pela sonoridade. Esse é o nome dado a uma corrente de jazz, ritmo conhecido principalmente pela sua velocidade e improviso, e tem tudo a ver com a história. Durante as cenas de ação em que Spike e Faye precisam lidar com situações inesperadas com criatividade, tudo ganha uma trilha sonora de jazz composta especialmente para Cowboy Bebop, trabalho da compositora Yoko Kanno. Enquanto as naves dão piruetas no espaço se desviando de tiros inimigos, os instrumentos do jazz ditam o movimento dos personagens como se estivéssemos assistindo a uma grande orquestra em que o músicos são substituídos por caçadores de recompensa em cenas de ação.

Para combinar com a trilha sonora incrível, a animação não deixa a desejar e oferece uma variedade de estilos. Há o episódio em que eles vão atrás de um traficante de cogumelos, e a trilha sonora e a animação se unem para fazer uma trama mais tresloucada. Jjá quando Spike precisa lutar contra um “clone” do Pinguim do Batman, o episódio ganha mais sombras, se assemelhando também ao clássico desenho do Homem-Morcego dos anos 90. A animação ficou nas mãos do estúdio Sunrise, que aproveitou toda sua experiência com a série Gundam para criar batalhas de naves sensacionais.

O drama de cada personagens aparece como um quebra-cabeça que o público precisa montar no decorrer dos episódios. As tramas são desenvolvidas aos poucos em meio à história do “bandido do dia”, até chegar nos episódios finais que contam com a resolução do problema de Spike. Nada é tão fácil assim acompanhar, já os próprios personagens não parecem querer compartilhar seus dramas com o público ou os colegas de cena. Mas quando temos acesso a um novo pedaço do passado, é possível compreender o todo.

Imagem de Cowboy Bebop
Cowboy Bebop/Bandai Visual Company/Divulgação

No entanto, todas essas qualidades não foram o bastante para garantir o sucesso de cara de Cowboy Bebop no Japão. Na verdade, o anime estreou em 1998 na TV Tokyo, mas foi tirado do ar três meses depois e só teve uma exibição completa no ano seguinte pelo canal WOWOW. Poucos anos depois, começou a ser exportado e fez um baita sucesso nos EUA, até por ter uma atmosfera mais “ocidental” do que boa parte dos animes da época. Cowboy Bebop é considerado um clássico por lá, servindo de referência para animações até hoje (a abertura já foi parodiada em O Incrível Mundo de Gumball, do Cartoon Network, e há uma “cameo” de um personagem vestido de Spike em Apenas um Show). Com o passar das décadas, Cowboy Bebop ganhou vários relançamentos em home-video e sempre se falava de um live-action americano, sonho que será realizado pela Netflix.

Já no Brasil o anime não teve tanta sorte assim. Ele foi adquirido pelo Locomotion, um canal com pouco alcance no país, e não teve tanto cuidado como Evangelion. Enquanto o último teve uma dublagem em português encomendada pelo canal, Cowboy Bebop chegou numa fase em que a emissora só colocava uma legenda com vários erros. Aliás, era até bem comum a legenda desaparecer, deixando o público sem entender diálogos em momentos decisivos. Todo o sucesso do anime no Brasil se deu por meios informais, até que em 2015 ele passou a ser exibido pelo canal iSat (cuja disponibilidade é muito limitada). Com a estreia do live-action pela Netflix, fica a torcida para o anime também ser disponibilizado em um meio grande para que o público brasileiro tenha a oportunidade de conferir um material tão excelente.

Além da série de 26 episódios, Cowboy Bebop ganhou um longa-metragem em 2001 que acontece cronologicamente entre os episódios 22 e 23 da série original, mas a história é acessível a ponto de um leigo assistir e gostar. Nele, Spike e seus colegas estão na cidade de Alba e precisam resolver um atentado terrorista que acontecerá no Dia das Bruxas. O filme chegou a ser lançado oficialmente no Brasil em alguns cinemas no ano de 2003, e no ano seguinte chegou ao mercado de home-video com uma dublagem inédita em português, com direito a Guilherme Briggs como Spike.

É até difícil falar das qualidades de Cowboy Bebop em um texto. A série traz uma combinação única de personagens interessantes, animação bonita e música incrível, itens que aparecem em obras posteriores do diretor, como Samurai Champloo. Cowboy Bebop talvez seja uma boa alternativa para alguém que deseja entrar no universo dos desenhos japoneses, mas se sente intimidado com o gênero. Esta série traz todos os absurdos esperados de um anime, mas de uma forma muito mais ocidental e “palatável” para alguém não iniciado, o que talvez explique seu sucesso no ocidente. A melhor forma pode ser experimentando um episódio, como quem não quer nada, e se deixar envolver por esses adoráveis caçadores de recompensa que batalham em ritmo de jazz.

Cavaleiros do Zodíaco | Marca lança coleção inspirada no anime

2nd Floor lançará modelos em setembro

A loja 2nd Floor se prepara o lançamento de uma nova coleção de Cavaleiros do Zodíaco. A marca fará um evento de pré-lançamento no dia 29 de agosto, onde mostrará as peças –  confira algumas abaixo.

No total, serão 12 camisetas e cinco moletons de algodão e as vendas começam em 2 de setembro, nas lojas da marca.

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Zack Snyder fará anime de mitologia nórdica na Netflix

Jay Oliva também está no projeto

Foto de bastidores de Homem de Aço

De acordo com o Deadline, Zack Snyder e Jay Oliva (artista de Liga da Justiça) farão um novo anime de mitologia nórdica na Netflix.

Os dois vão escrever o projeto, enquanto Oliva será showrunner, diretor e produtor executivo. Além deles, Deborah Snyder e Wesley Coller também produzem.

Ainda não há detalhes sobre a história do anime, mas, segundo declaração oficial do streaming, ele deve ter “histórias e personagens icônicos da mitologia nórdica”.

O anúncio do anime dá continuidade no investimento da Netflix nesse tipo de atração, já que o streaming já lançou projetos como Ultraman, Aggretsuko, Castlevania, Devilman Crybaby, entre outros.

Akira ganhará anime pela produtora de Cowboy Bebop

Criador da obra original anunciou novo projeto durante painel na Anime Expo 2019

Arthur Eloi/omelete
Akira, de Katsuhiro Otomo

Akira, obra clássica de Katsuhiro Otomo, ganhará uma nova adaptação – e, dessa vez, em forma de série animada.

O projeto foi anunciado durante o painel de Otomo na Anime Expo 2019, que acontece em Los Angeles. Os detalhes são escassos mas não se tratará de uma sequência, mas sim uma nova versão que usará mais conteúdo do mangá. O estúdio responsável pela série será a Sunrise, o mesmo de clássicos como Cowboy BebopGundam Code Geass.

Ainda não há previsão de estreia sobre a série de Akira. Além disso, durante o painel também foi confirmado que haverá uma remasterização do filme de 1988 em 4K, que é planejada para chegar aos cinemas japoneses em 2020 – e aos Estados Unidos em algum ponto depois disso. Paralelamente, Akira também ganhará um filme live-action por Taika Waititi (Thor: Ragnarok) – saiba mais.