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American Horror Story: 1984 estreia no Brasil em 19 de setembro

Estreia será poucas horas após o lançamento nos EUA

Pôster de American Horror Story: 1984

O FX anunciou que American Horror Story: 1984, a nona temporada do seriado, chega ao Brasil dia 19 de setembro, à meia-noite. O lançamento é apenas algumas horas após a estreia no EUA, que será às 22h em horário local.

1984 contará a história de um grupo de amigos que sai de férias no verão para um acampamento e acaba entrando na mira de um assassino chamado Mr. Jingles, responsável por um enorme massacre no mesmo local há muitos anos. O novo ano é inspirado por filmes de terror do estilo slasher, como Sexta-Feira 13, que ficaram bastante populares durante a década de 1980.

Entre os nomes confirmados no elenco estão Emma RobertsBillie LourdCody FernLeslie GrossmanJohn Carrol LynchMatthew MorrisonAngelica Ross e DeRon Horton.

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American Horror Story 1984 | Romance vira tragédia em novos teasers

Temporada inspirada em slashers dos anos 80 chega no próximo mês

O canal FX divulgou dois teasers de American Horror Story 1984, a nova temporada da série de Ryan Murphy. O foco dos vídeos é no fim do clima de romance, causado por um assassino. As prévias continuam com o clima slasher dos anos 80, que será a inspiração da história.

Entre os nomes confirmados no elenco estão Emma Roberts, Billie Lourd, Cody Fern, Leslie Grossman, John Carrol Lynch, Matthew Morrison, Angelica Ross e DeRon HortonAmerican Horror Story: 1984 estreia em 18 de setembro nos Estados Unidos.

American Horror Story 1984 | Assassino atrapalha férias em novo teaser

Vídeos mostram inspiração no gênero slasher

Julia Sabbaga/29.07.2019

1984, a nona temporada de American Horror Story, teve um novo teaser revelado, mostrando um assassino misterioso que surge durante as férias de um grupo de jovens. Confira acima.

Entre os nomes revelados no elenco estão Emma Roberts, Billie Lourd, Cody Fern, Leslie Grossman, John Carrol Lynch, Matthew Morrison, Angelica Ross e DeRon Horton.

American Horror Story: 1984 estreia em 18 de setembro nos Estados Unidos, e será inspirada por filmes de terror slasher dos anos 80 – assista ao primeiro teaser aqui.

The Old Man | Jeff Bridges fará estreia na TV em produção do FX

Seriado é baseado no livro de Thomas Perry

The Old Man | Jeff Bridges fará estreia na TV em produção do FX

O FX anunciou o lançamento de The Old Man, uma série de TV baseada no livro de Thomas Perry. De acordo com o TheWrap, a produção será protagonizada por Jeff Bridges, que fará sua estréia na televisão como Dan Chase, um ex-agente da CIA. Confira a sinopse abaixo:

“Baseado no romance best-seller de mesmo nome por Thomas Perry, The Old Man acompanha Don Chase (Bridges) que deixou a CIA há décadas e vêm vivendo isolado desde então. Quando um assassino aparece e tenta matá-lo, Chase entende que para garantir seu futuro ele deve se reconciliar com seu passado.”

The Old Man terá produção dos mesmos criadores de Black Sails. O roteiro será escrito por Jon Steinberg e Robert Levine, que serão produtores ao lado de Dan Shotz. Além de estrelar, Bridges será também produtor executivo ao lado de Warren Littlefield (The Handmaid’s Tale) e David Schiff (Nocaute).

American Horror Story: 1984 ganha data de estreia no FX

Série segue para a nona temporada

Camila Sousa/omelete/24.06.2019
Logo de American Horror Story: 1984

O canal FX anunciou que American Horror Story: 1984, nona temporada da série, estreia no canal em 18 de setembro (via Variety). Além disso, foram confirmadas as datas de retorno de Mayans MC (3 de setembro); Mr. Inbetween (12 de setembro); It’s Always Sunny in Philadelphia (25 de setembro).

Em um clipe divulgado anteriormente foi confirmado que a temporada se inspirará nos slashers, subgênero de filmes de terror em que asassinos perseguem e matam brutalmente suas vítimas – com títulos de peso, como Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo confira aqui.

Até o momento, estão confirmados no elenco dos novos episódios Emma Roberts e o medalista olímpica Gus Kenworthy. Murphy já deixou claro que Evan Peters não estará no ano inédito.

Legion | 3ª temporada ganha trailer bizarro

Série retorna em junho

Arthur Eloi/omelete/07.05.2019

A terceira e última temporada de Legion teve seu primeiro trailer completo divulgado que mostra David Haller (Dan Stevens) voltando no tempo. Veja acima.

Com estreia marcada para 24 de junho, nos Estados Unidos, o terceiro ano da série terá a aparição dos pais de David Haller, ou seja, Gabrielle e o Professor Xavier. Eles serão interpretados por Stephanie CorneliussenHarry Lloyd, respectivamente.

No Brasil, o canal pago Fox Premium 2 se encarrega da transmissão. As duas primeiras temporadas também estão disponíveis na Netflix.

Legion | Terceira e última temporada ganha data de estreia nos EUA

Dan Stevens retorna ao papel principal

Camila Sousa/omelete/03.05.2019
Foto de Legion

O canal FX anunciou que a temporada final de Legion estreia em 24 de junho, nos EUA (via TV Line). Por enquanto não há confirmação sobre a exibição no Brasil.

Anteriormente foi divulgado que a série será encerrada em seu terceiro ano e terá a aparição dos pais de David Haller, ou seja, Gabrielle e o Professor Xavier. Eles serão interpretados por Stephanie Corneliussen e Harry Lloyd, respectivamente.

No Brasil, o canal pago Fox Premium 2 se encarrega da transmissão. As duas primeiras temporadas também estão disponíveis na Netflix.

American Horror Story: Apocalypse|Crítica

Crossover entre Coven e Murder House produz uma das melhores temporadas da antologia de Ryan Murphy

Cada temporada de American Horror Story tem sua base criativa. Murder House falava de fantasmas, Asylum de psicopatia, Coven falava de bruxas, Freak show de aberrações, Hotel reinterpretava os vampiros, Roanoke falava de tortura e Cult de histeria coletiva. Em cada temporada também víamos assuntos periféricos se distribuírem entre os plots principais. A criação de Ryan Murphy tentou cobrir o máximo possível de tópicos relacionados ao horror, mas ficou sempre faltando aquele que parecia anunciado desde que Constance (Jessica Lange) encontrou o corpo assassinado da babá de seu neto. Os fãs da antologia não poderiam esperar por resposta melhor, já que a esperada trama do anticristo viria acompanhada de um quase utópico crossover entre o primeiro e o terceiro ano.

Quando o ambicioso projeto foi anunciado parecia impossível que Murphy conseguisse trazer de volta todos os elementos das duas temporadas anteriores. Entretanto, absolutamente tudo que era relevante no universo de Coven e Murder House foi revigorado para compor o mundo de Apocalypse. A lista de astros e estrelas que voltariam para reviverem seus personagens era extensa e a expectativa em torno da história mais ainda. Sempre restrita a tramas claustrofóbicas, veríamos pela primeira vez a série acontecer numa escala global.

Seria essa, também, a oportunidade de corrigir ou reiterar aspectos dramatúrgicos das duas temporadas revisitadas. Murder House teve uma trajetória bastante coesa. Porém, Coven aconteceu em meio a muitas controvérsias. A história do clã das bruxas veio depois de Asylum, considerada por muitos a temporada de ouro da série. Enquanto a trama do sanatório era sombria e macabra, Coven era uma explosão de cultura pop, com a necromancia como um recurso que imortalizava os personagens e uma possibilidade de spin-off que começou a ditar o decorrer da narrativa, prejudicando o produto final. Acusada de ser teen demais, inconsistente demais, Coven foi a temporada que finalmente dividiu o público de American Horror Story entre aqueles que duvidavam e aqueles que ainda acreditavam nas histórias que Murphy queria contar.

Satan Ghost

Apocalypse começa literalmente com o fim do mundo. Após bombas nucleares explodirem em todo o planeta, conhecemos um grupo de sobreviventes que conseguem um lugar em alguns dos poucos postos de acolhimento do continente. Dentro do bunker estão a digital influencer Coco (Leslie Grossman), sua assistente Mallory (Billie Lourd), seu cabelereiro Gallant (Evan Peters) e a avó dele, Evie (Joan Collins). Além do grupo, estão a apresentadora Dinah (Adina Porter) e mais alguns personagens periféricos, entre eles um jovem casal que teria ganhado sua posição por terem o DNA perfeito para perpetuação da espécie. O bunker é administrado por Venable (Sarah Paulson) e Mead (Kathy Bates), que logo se revelam sádicas interessadas em transformar o lugar numa câmara de tortura.

É nesse cenário que esses sobreviventes recebem o forasteiro Michael Langdon (Cody Fern), que vem a ser ninguém menos que o filho do Rubber Man, da primeira temporada. Ou – como fica claro depois – o filho de Satan, concebido através das forças malignas presentes na casa dos assassinatos. Michael chega para dar início a seu plano de reorganização do que restou da humanidade e seu poder como anticristo fica evidente muito cedo. Como tem acontecido constantemente em produções de Murphy, a história foi organizada em blocos temporais diferentes, o que proporcionou uma condução bastante instigante do crossover. Quando as bruxas do Coven finalmente adentram a narrativa, a temporada cresce e se torna completa.

ReCoven

Foi como se Apocalypse reunisse três estéticas distintas: o retorno aos conceitos visuais das temporadas revisitadas e a própria visão artística do presente vigente na trama. Uma reprodução maior do que vimos na abertura, uma junção de três propostas se sobrepondo, o que pode parecer caótico à primeira vista, mas que graças a um bom planejamento, funcionaram harmonicamente na temporada. Os ângulos diagonais, muito inferiores e muito superiores de Murder House; o branco quase estourado de Coven, com direito a volta de sua trilha quase infantil, composta unicamente de “lá, lá, lá’s”. Todas essas visitações ao passado e a outros estilos fazem a temporada ter menos unidade visual, o que é completamente perdoado pelo que isso significa dramaturgicamente falando.

Um a um, os problemas do resultado final de Coven foram sendo corrigidos nos episódios que compunham o grande flashback que ocupou a maioria da temporada. Mortes, finais trágicos, tudo foi reconsiderado em nome do fan service, mas também a serviço de uma narrativa. O grupo de fãs que se divertiu na terceira temporada teve a chance de rever esses elementos; e o grupo que se frustrou teve a chance de assistir as coisas sendo reajustadas. Além disso, a trama envolvendo um grupo de feiticeiros serviu para adicionar bons embates protagonizados por Billy Poter, um dos feiticeiros da confraria masculina que rivalizou perfeitamente com as bruxas. É seguro dizer que essa revigoração do universo de Coven foi o grande ganho desse oitavo ano da série.

Lily Rabe, Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Jamie Brewer, Frances Conroy, Emma Roberts, o clã absolutamente completo. Com Ryan Murphy tendo divulgado tão cedo que todos iriam voltar, o espectador passou a lidar com a expectativa de como seriam esses retornos. Corajosamente, os roteiros não caíram na cilada fácil de torna-los apenas frutos da lembrança e encontraram justificativas plausíveis para cada um deles. Inesperadamente, acabaram sendo as bruxas o grande trunfo de Apocalypse, sobretudo quando a segunda metade da temporada começou a colocar em risco a boa condução dos eventos.

Not Today Satan

Talvez o momento mais esperado desse ano tenha sido o episódio dirigido por Sarah Paulson. A atriz – que fez três personagens diferentes – ficou com a função de cuidar do retorno ao universo de Murder House. Para desvendarem o passado do anticristo, as bruxas visitam a residência e lá os fãs reveem todo o cast que iniciou a trajetória da série. Connie Britton, Dylan McDermott e até alguns dos fantasmas do primeiro ano reapareceram. Farmiga e Peters (que também fez muitos personagens no decorrer dos episódios) reviveram o casal inicial da antologia e é claro que o retorno de Jessica Lange foi o mais esperado e mais festejado pelos fãs. A grande musa da série retomou seu primeiro personagem e o fez com a mesma competência de sempre. Infelizmente, o trabalho de Paulson na direção e o roteiro equivocado acabaram não correspondendo aos bons momentos vistos até esse ponto da temporada.

Os problemas continuaram na reta final, quando as explicações para o apocalipse precisaram acessar os aspectos científicos. Sempre debochado e provocativo, o texto da marca Ryan Murphy flertam constantemente com a crítica ao mundo do entretenimento, ao american way of life e o faz com doses altas de comicidade e cinismo. A fórmula – sempre bem vinda – ultrapassou a referência e agrediu a evolução dos acontecimentos com uma flexibilização severa da realidade. A voz incisiva do texto da série começou a soar paródica, o que para a ilustração do caminho do anticristo resultava em deslocamento de contexto. É claro que mostrar nerds poderosos enriquecidos no Silicon Valley e transformando a própria mediocridade humana em arma é típico da voz mordaz de Murphy. Porém, o que o texto conseguiu foi se assemelhar perigosamente ao descontrole criativo de outras investidas do showrunner, como Scream Queens.

As coisas se arrumaram na reta final, com o caminho de descobertas do anticristo convergindo com a responsabilidade das bruxas em restabelecer a vida. A mitologia das temporadas revisitadas foi reverenciada de maneiras muito bonitas e apesar dos tropeços, Apocalypse conseguiu encerrar sua história com coerência. O ritmo frenético dos episódios (muitas vezes com menos de quarenta minutos de duração, sem intervalos) aumentou a sensação de que mais dez minutos em cada um poderiam ter fechado melhor as propostas narrativas. Mas, ainda assim, em retrospectiva, não foram deixadas pontas soltas. A temporada foi uma grande celebração da mitologia que se marcou na história da televisão de uma forma extremamente representativa. Não foi apenas um crossover entre Coven e Murder House, mas uma declaração de admiração entre as partes, espectadores e produtores.

Com cara de última temporada, Apocalypse também aumenta as expectativas sobre o futuro. Há muitas teorias sobre o nono funcionar como uma continuação; e é sabido que manter a identidade da antologia depende de seu elenco. Sarah Paulson e Evan Peters, remanescentes de todos anos, podem estar cansados e a ausência deles em temporadas futuras pode prejudicar a tão segura trajetória da produção nesses oito anos de existência. Apocalypse teria sido uma última temporada adequada. Mas, ao que parece, as analogias tomadas de sátira e drama que compõem o DNA de American Horror Story vão continuar no ar por algum tempo. Que seja, então, fazendo o horror de primeira qualidade (o horror categórico) que muitas vezes não lhe é creditado, mas que ela tem em profusa abundância.

Nota do Crítico:fourhandsÓtimo

O Que Fazemos nas Sombras | Vampiros esperam visitas no teaser do seriado

Série do FX adaptará filme de Taika Waititi

Arthur Eloi/omelete/31.10.2018

A série de TV de O Que Fazemos nas Sombras (What We Do in the Shadows), adaptação do filme de Taika Waititi, teve seu primeiro teaser divulgado que mostra vampiros esperando visitas. Veja acima.

O filme original, de 2014, é um falso documentário sobre uma comunidade de vampiros da Nova Zelândia. Já o seriado tomará uma abordagem parecida, porém ambientada na cidade de Nova York, com três vampiros que são colegas de quarto há séculos.

Além disso, Waititi e Clement também trabalham em uma série de TV derivada chamada Wellington Paranormal, que acompanhará os policiais mostrados no longa; e também um filme derivado chamado We’re Wolves, que mostrará um grupo de lobisomens.

A série de TV de O Que Fazemos nas Sombras terá 10 episódios e é esperada para algum ponto de 2019, sem data definida até o momento.

Louie | Presidente do FX gostaria de ver uma nova temporada

Protagonista assediou mulheres nos anos 2000

John Landgraf, presidente do FX, afirmou em entrevista à Variety que gostaria de ver o retorno de Louie, série criada pelo comediante Lois CK – que recentemente teve casos confirmados de assédio sexual nos anos 2000.

“Eu amo o Louie, amo seu trabalho, sinto sua falta e de seu programa. Espero, como um fã, ver mais coisas do Louie. Acredito que há uma diferença, onde o Chris Hardwick [ator] foi acusado de mal comportamento por uma pessoa. Houve uma investigação e acredito que houve uma disputa sobre o que houve e o que não houve. O Louie confirmou a investigação do New York Time – algumas pessoas disseram que seu pedido de desculpa foi inadequado, mas conhecendo ele, acredito que ele estava tentando fazer um pedido sincero”.

Cinco mulheres alegaram que o comediante as assediou durante os anos 2000, de acordo com reportagem do New York Times. Elas revelaram que o comediante se masturbava na frente delas sem consentimento  – leia mais. Posteriormente ele confirmou os casos.