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Judas Priest, Motörhead e MC5 estão entre indicados ao Rock & Roll Hall Of Fame

Fãs podem votar na banda ou artista através do site oficial

Judas Priest, Motörhead e MC5 estão entre indicados ao Rock & Roll Hall Of Fame

Rock & Roll Hall Of Fame anunciou hoje (15) a lista de 16 candidatos que podem ser introduzidos no ano que vem. A instituição abriu a votação popular, e fãs podem deixar seus votos em até cinco bandas no site oficial. Os cinco vencedores serão anunciados em dezembro.

Veja a lista completa de bandas e artistas que podem entrar no Hall no ano que vem:

Notorious B.I.G.
Whitney Houston
Pat Benatar
Dave Matthews Band
Depeche Mode
The Doobie Brothers
Judas Priest
Kraftwerk
MC5
Motörhead
Nine Inch Nails
Rufus featuring Chaka Khan
Todd Rundgren
Soundgarden
T. Rex
Thin Lizzy

Apesar da maioria dos nomes marcar a lista de seleção preliminar pela primeira vez (ao contrário da tradição do Hall of Fame), alguns dos indicados já recebeu a indicação algumas vezes: esta é a sexta indicação do Kraftwerk, quinta do MC5, quarta do Rufus featuring Chaka Kahn, terceira do Nine Inch Nails e Depeche Mode e segunda para o Judas Priest e Todd Rundgren.

Bandas se tornam elegíveis ao Rock & Roll Hall Of Fame 25 anos após o lançamento de seu primeiro trabalho. A cerimônia de 2020 acontece em Cleveland no dia 2 de maio.

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Incansável, Rashid está de volta com a segunda temporada de Tão Real

Segue a maratona: Rashid lança Segunda Temporada de Tão Real – Rincon Sapiência, Duda Beat, Drik Barbosa e Wesley Camilo são os convidados da vez

No novo disco, Tão Real, o sétimo solo de sua carreira, Rashid se apropria da ideia de “maratonar” para oferecer um álbum musical cheio de atrativos inovadores. O termo, comum para quem segue séries de vídeo, agora vem aplicado à música, servida em temporadas, propondo que o fã tenha mais a explorar dentro de um álbum. Assim, Tão Real é apresentado também com um documentário e um site especial, no qual é possível navegar por conteúdos extras, como um podcast, comentar as faixas e baixar os posters oficiais.

 

A Primeira Temporada, lançada em setembro, foi recebida com curiosidade pelos seguidores do músico, já acostumados com o envolvimento dele com a tecnologia, a cultura pop e prontos para embarcar em mais uma criação de seu laboratório de ideias. Com a estreia dos episódios 1 e 2 do documentário e a chegada do site oficial, o público já pôde sentir como é essa nova experiência proposta pelo álbum e, a partir de agora, continua a maratona Tão Real com a chegada da Segunda Temporada, que inclui seis sons, dois episódios inéditos do documentário (nos dias 17 e 24 de outubro, no canal dele no YouTube), edição nova do podcast (a estrear em breve) com faixa-a-faixa comentado e novas artes para download.

 

Rashid não vem só. Assim como na Primeira Temporada, ele segue bem acompanhado nos instrumentais e nos versos, com as participações de Rincon Sapiência, Duda Beat, Drik Barbosa e Wesley Camilo. Os convidados, incluindo os produtores, refletem algumas referências do músico e também a habilidade que ele tem de transitar entre estilos sem sair de sua métrica pessoal, abusada, que encaixa palavras onde parece impossível, talento desenrolado nas batalhas, um freestyle que nunca passa, apenas muda de andamento. Em estúdio, fez questão de estender o rap para além dos limites atuais, provando que sabe seguir as tendências mas prefere ultrapassá-las. Por isso, aproximou-se de gêneros como o jazz, o neo soul e o house para mostrar que faz caber um rap de quatro folhas em cima de qualquer batida.

 

(Foto – Kleber Oliveira)

 

A abertura, “SSNS”, é um trap chegado nos graves produzido por Grou, que não economiza nos efeitos. Aproveitando o pesado do beat, o rapper trata de questões que saem caro à vida do artista atual sem precisar levantar uma diss. Com a alta do rap, as cobranças vêm e “é preciso refletir sobre o barato”, como diz ele, dando a deixa logo no início. Em “Bem Loko”, recebe Rincon Sapiência e pula para um trap mais suave, onde experimenta com novas cadências para chegar ao jazzy do flow. Dividido com Rincon, que também faz o último verso, o refrão é climático, uma transição perfeita entre um verso e outro. A batida, produzida pelo próprio Rashid, ganhou ares de house com a soma de teclados, especialmente na parte final, quando o ritmo mais acelerado faz a rima se estreitar em poucas palavras. “Apavôru”, mais uma parceria com Nave, vai atrás do verdadeiro oldschool para reviver os áureos tempos da influência do disco funk no rap. O refrão em coro, um boogie convidativo no ar, o boombap do flow, tudo usado com a classe que os clássicos merecem.

 

O pop dá as caras também. “Sobrou Silêncio”, com Duda Beat, é uma produção do trio Dogz, de Ruxell, Sérgio Santos e Pablo Bispo, autores de hits de Iza, Anitta, Gloria Groove e outros. A música é a próxima a ganhar videoclipe, com lançamento na terça-feira, 15 de outubro. Em “Carrossel”, a presença do duo TALHØ, de Lucas Silveira e Thiago Abrahão, traz semelhanças com o mellow beat da geração Lo-fi Hip-Hop e é bastante melódica, característica do estilo musical de Lucas, líder da banda Fresno. Para encerrar, “Um Mundo de Cada Vez”, é um R&B de belo porte, com Drik Barbosa na rima, Wesley Camilo no refrão e declamações de Renan Inquérito. O tema, ainda que sobre conflitos, é encarado com a sensibilidade que só a rima rara tem, lírica rica em técnica e sentimento.

 

Enquanto trabalha para finalizar a última temporada, a Terceira, com data a ser anunciada em breve, Rashid usa do fôlego que desenvolveu com o hobby da corrida de rua para fazer uma maratona em tempo recorde, coisa de quem está no corre não é de ontem.

 

Ouça Tão Real – Segunda Temporada: http://SMB.lnk.to/TaoReal2aTemporada

 

Tracklist: Tão Real – Segunda Temporada

1. “SSNS” – produção Grou

2. “Bem Loko” – participação Rincon Sapiência – produção Rashid e Julio Mossil

3. “Apavôru” – produção Rashid e Nave

4. “Sobrou Silêncio” – participação Duda Beat – produção Dogz

5. “Carrossel” – produção TALHØ

6. “Um Mundo de Cada Vez” – participação Drik Barbosa e Wesley Camilo – produção Luiz Café e Stau

 

Tão Real – Primeira Temporada: http://smb.lnk.to/TaoReal1aTemporada

Assista ao documentário Tão Real:

Primeira Temporada: Trailer 1 | Episódio 1 | Episódio 2

Segunda Temporada: Trailer 2 | Episódio 3 (lançamento dia 17/10) | Episódio 4 (lançamento dia 24/10)

Acompanhe:  www.taoreal.com.br

 

Tenacious D lançará single produzido por Jack White

Gravação foi anunciada pela banda em agosto

Tenacious D e Jack White/Tenacious D/Reprodução

O Tanacious D, banda de Jack Black com o guitarrista Kyle Gass, anunciou o lançamento de um disco de vinil de sete polegadas produzido por Jack White. A colaboração, batizada de Jack Gray, será disponibilizada no dia 29 de novembro.

O single terá duas músicas inéditas da banda: “Don’t Blow It” e “Kage”. Edições limitadas coloridas do disco estarão à venda nas cidades americanas de Nashville e Detroit.

Metallica divulga link misterioso com contagem regressiva em redes sociais

Números zeram nesta quinta-feira (10) às 16h, horário de Brasília

Metallica

Neste domingo (6), o Metallica atualizou suas redes sociais com um link misterioso que leva para o site Metallicaxx.com. Na página, não há nenhuma informação além de uma contagem regressiva que zera nesta quinta-feira (10), ao meio dia no horário de São Francisco, EUA (16h, horário de Brasília).
https://t.co/aRetOYXJjq— Metallica (@Metallica) October 6, 2019 https://platform.twitter.com/widgets.js

A banda de James Hetfield e Lars Ulrich exibirá dia 9 de outubro (quarta-feira) o filme S&M2 nos cinemas do mundo todo e tem quatro shows marcados no Brasil em 2020. As apresentações acontecem em Porto Alegre (21 de abril), Curitiba (23 de abril), São Paulo (25 de abril) e Belo Horizonte (27 de abril).

Recentemente, Hetfield voltou a ser internado em uma clínica de reabilitação para tratar de seu vício em álcool. Com isso, o grupo cancelou shows na Austrália e Nova Zelândia.

O álbum mais recente do Metallica, Hardwired… To Self-Destruct, foi lançado em 2016.

 

Malévola vai ao Rock in Rio em sábado de funk e pop

Festival teve ação com global vestida de vilã e funk em vários palcos

Anitta no Rock in Rio/Mauro Pimentel/AFP

Reencarnada na atriz Agatha Moreira, Malévola deu um rasante na Game Play Arena, espaço da XP Games dentro do Rock in Rio, na noite de sábado. A estrela global foi promover a continuação do filme, que estreia dia 17.

Ao sair da Arena em direção ao chafariz da Cidade do Rock, Agatha foi bastante assediada. As pessoas, no entanto, gritavam por Josiane, a malvada que ela interpreta na novela das 21h, A Dona do Pedaço. Ela estava acompanhada do influenciador Hugo Gloss, que deu spoiller ao aparecer caracterizado de Conall, novo personagem da franquia.

A tiara de chifrinhos da maior vilã da história da Disney, febre nos outros dias do festival, também foram distribuída ao público durante a ação.

Enquanto isso, na TV, dois apresentadores do Multishow deram o que falar. China, que estava à frente do palco Sunset, foi às lágrimas logo após a abertura, uma homenagem aos 30 anos de funk, que reuniu Fernanda Abreu, Buchecha e Ludmilla e uma orquestra.

É caro um ingresso e essa galera vem dançar música periférica até o chão. Eu sou um entusiasta da música e da cultura brasileira. Ver o que aconteceu aqui hoje foi uma coisa indescritível“, disse China, com a voz embargada. “Mete cultura que vai nascer um monte de flor bonita. A gente viu o Brasil sorrindo um pouquinho aqui. Naturalmente, eu não sou um cara do funk, mas a gente se emociona muito. É desse jeito que a gente vai mudar o país, é com muita cultura“.

O baile foi realmente bonito. A galera não economizou forças e rebolou muito debaixo do sol a pino. MC Kevinho cancelou na última hora, mas não tirou o brilho do encontro, um grande medley do estilo no qual não faltaram nem os hits de Anitta.

Depois, enquanto aguardava a Poderosa entrar no palco Mundo, Titi Müller causou e entrou para os trending topics. “A galera tá pedindo Anitta demais“, disse, direcionando o microfone para o público, que xingava Jair Bolsonaro, algo que se tornou corriqueiro na Cidade do Rock.

Pouco antes da abertura dos portões, foi a vez de Anitta ironizar no Instagram. “Olha, tem um palco que fica tocando rock o tempo inteiro para você que não gosta de mim ou das outras pessoas que vão tocar. Dá pra vir aqui e ouvir só rock. Olha que legal“, disse, enquanto passeava pelo espaço.

Fato que o gênero que dá nome ao festival foi pouco ouvido. Se no dia anterior o metal e as cores escuras haviam dominado, o arco-íris apareceu com força e a comunidade LGBTQI+ mostrou sua alegria e força.

A noite ainda teve mais dois bailes funks, um comandado por Cidinho e Doca, no espaço Favela, para onde a galera migrou após o show de Anitta. No palco eletrônico, mais dois clássicos, DJ Marlboro e DJ Meme, dividiram as pick-ups.

Os destaques internacionais da noite mais pop desta edição foram Black Eyed Peas, com um simpatissíssimo Will.I.Am demonstrando todo seu amor pelo Brasil e trazendo Anitta de volta ao palco. Eles cantaram “Don’t Lie“e “Explosion“, parceria com a brasileira. O blaster hit “I Gotta Feeling” foi o grand finale.

P!nk fechou a noite lacrando muito. Fez um show cheio de empatia com a causa gay, mostrou muita energia nos vocais e fez um passeio aéreo pelo público de cair o queixo. Deixou o palco ovacionada e conquistou de vez o coração dos fãs brasileiros.

Sexta no Rock in Rio foi toda dedicada ao rock

Gênero dominou até os espaços patrocinados do evento

Scorpions no Rock In Rio/Mauro Pimentel/AFP

A volta do metal ao Rock in Rio deixou até os mais cricris sem argumentos para reclamar da escalação, em geral, eclética do festival. A sexta-feira foi rock’n’roll do começo ao fim.

Sob sol e calor na casa dos 35oC, os metaleiros foram recebidos pelas garotas do Nervosa, power trio paulistano, que abriu o palco Sunset. Derrubando tudo, inclusive preconceitos, a banda de trash metal dedicou uma música a Marielle Franco.

Testosterona e roupa preta não faltaram à plateia, lotadíssima até o show do Scorpions, que encerrou a programação com seu repertório de classic rock, que incluiu “Wind of Change” e “Rock You Like a Hurricane“.

Atração principal da noite, o Iron Maiden, que toca domingo em SP, pediu para antecipar sua apresentação. A expectativa era altíssima: hordas de rapazes, jovens adultos e senhores mais velhos ostentavam a capa dos discos no peito e, vez ou outra, um admirador mais afoito fazia ecoar no metrô e no BRT, que levam à Cidade do Rock, o nome da banda.

O espetáculo correspondeu à altura. Não faltaram cenários complexos, eles abriram com um avião no palco; soluções cênicas, como o gigantesco Eddie espadachim de “The Trooper“; e figurinos caprichados, Bruce Dickinson entoou o hino “Fear of the Dark“, usando um traje de Fantasma da Ópera.

Tudo fez sentido. A fantasia em torno dos trabalhos da banda é criada sobre referências históricas e literárias, sempre ligadas a uma estética potente. A voz e o carisma do vocalista me fazem pensar que existe mesmo um pacto 666. Mais que isso, a Dickinson se aplica perfeitamente uma máxima do filme Rock Star, o trabalho dele é “viver uma fantasia que as outras pessoas apenas sonham“.

Outras duas atrações (literalmente) da pesada foram Sepultura, que abriu o palco Mundo, no começo da noite para uma legião de headbangers, e a anunciada despedida do Slayer, atração do palco Sunset que poderia muito bem estar no principal.

O dia do metal é quase uma tradição no Rock in Rio, aconteceu praticamente em todas as edições a partir de 2011 e ficou de fora na passada, sob protestos. Uma prova da força é o fato de os ingressos para ontem terem sido os primeiros a se esgotar.

We will rock you

Até nos espaços patrocinados, o rock dominou. Em geral, esses palcos menores e fora da programação oficial também recebem shows e DJs. No da Coca-Cola, por exemplo, o funk carioca dominava, até o dia do metal, quando a onda foi diferente. Clássicos como “Rock Roll All Night“, do Kiss, fizeram todo mundo cantar junto. Coincidência ou não, os músicos do Detonautas, que fizeram uma das mais elogiadas participações no RiR na semana passada, faziam parte da banda. No espaço da Sky, o DJ lançou “We Will Rock You“, do Queen, causando semelhante reação.

Um pouco mais distante dali, na Rota 85, caminho de acesso aos palcos, o saloon da cervejaria Eisenbahn era animada pelo trio de country rock carioca Dirty Devil Band. No coreto do outro lado da rua, a jovem banda Os Caras e Carol lançava seus riffs com a voz potente da moça que dá nome ao projeto.

Manifestação política e tempo bom marcam quinta-feira do Rock In Rio

Copo que brilha e chifres da Malévola são os brindes mais amados do Rock in Rio

Manifestação política e tempo bom marcam quinta-feira do Rock In Rio

O sol voltou e fez a Cidade do Rock brilhar na quinta-feira. O clima estava diferente, com menos crianças e famílias na plateia, e mais grupos de amigos. Nile Rodgers com Chic e Red Hot Chili Peppers, duas atrações do palco principal, parecem também ter contribuído para a elevar a faixa etária.

Independente da idade, o principal objeto de desejo entre os rolezeiros e roqueiros desta edição é um copo reutilizável que brilha, promoção do energético Red Bull. Ele tem uma lampadinha no interior, acionada graças ao líquido. Quem compra duas latas da bebida, recebe o brinde. Outra sensação é a tiara com os chifres da Malévola, distribuída na entrada principal, divulgando a estreia de Malévola: Dona do Mal, na próxima quinta-feira (17).

Outra diferença marcante da quinta-feira no Rock in Rio foi a manifestação política. Se no final de semana passado críticas ao presidente brasileiro estiveram mais à margem dos palcos, a banda Francisco el Hombre radicalizou na primeira apresentação do dia. Entre outras mensagens, projetou no telão: “Mentira acima de tudo/Censura para cima de todos”, e cantou os versos: “bolso dele sempre cheio/bolsonada que pariu”. A galera respondeu no tradicional: “ei Bolsonaro vai caçar tatu”.

Na sequência, o encontro dos paraenses Dona Onete, Jaloo, Gaby Amarantos e Fafá de Belém uniu vozes pela floresta Amazônica e em defesa das mulheres. Já Emicida, que dividiu o palco com as irmãs Ibeyi, também se posicionou, ao estampar a foto da menina Ágatha Félix no telão, logo na primeira música.

Antes, na abertura do palco principal, o Capital Inicial provou que segue muito bem de fã clube e sua sétima participação no RiR foi concorrida. O público ensaiou o grito contra o presidente e Dinho Ouro Preto aproveitou para falar de política. “Por um país [que fique] menos na mão de extremistas. Quem assiste ao debate brasileiro acaba achando que, por eles serem mais barulhentos, representam o Brasil, quando, na verdade, o Brasil é um país de moderados”, opinou.

Capital Inicial/Rock In Rio/Mauro Pimentel/AFP

O Hip Hop Hurricane fechou o palco Sunset, reunindo uma orquestra e Baco Exu do Blues, Rael, Rincon Sapiência e o português Agir. A juventude apaixonada mostrou a força dos artistas, especialmente ao cantar, palavra por palavra, “Envolvidão”, de Rael e “Flamingos”, de Baco.

O presidente foi lembrado. “A cultura hip hop ensinou que se nós tivermos cultura, saúde e educação, eu preciso de uma arma na minha mão pra quê, parça?”, afirmou Rael. A plateia emendou xingando Bolsonaro.

Sem dúvida, a maior parte do público estava ali para o Red Hot Chili Peppers, que em seu nono show no Brasil, o quarto em um Rock in Rio, desfilou hits, entremeados por solos de bateria e guitarra, em um espetáculo que agradou os fãs.

Dupla country Dan + Shay lança canção com Justin Bieber; ouça “10,000 Hours”

Single fará parte do próximo álbum do duo

A dupla country Dan + Shay divulgou hoje (4) a canção “10,000 Hours”, com participação de Justin Bieber. Ouça acima ou abaixo.

A canção fará parte do próximo álbum de Dan + Shay, ainda sem data de lançamento. O último álbum de Bieber, Purpose, foi lançado em 2015.

Kanye West exibirá filme do novo álbum em cinemas IMAX

Produção mostrará trechos de um concerto realizado no deserto do Arizona

Kanye West

O novo álbum de Kanye West, Jesus is King, virá acompanhado de um filme que será exibido nos cinemas de tecnologia IMAX. Filmado no verão de 2019 por Roden Crater, a produção é um misto de culto religioso com concerto musical e apresenta trechos de um show realizado em uma instalação artística no Painted Desert, no Arizona (via Entertainment Weekly).  

A novidade foi anunciada de surpresa por West em um evento no Fox Theatre, em Detroit, na sexta-feira (27) e neste domingo (29), no Auditório da Roosevelt University, em Chicago, nos Estados Unidos. Na ocasião, o rapper mostrou algumas músicas do álbum e exibiu o filme. Ele também falou que a partir desta quarta-feira (2) fará somente música gospel. 

Jesus is King/Divulgação

Jesus Is King chegará aos cinemas IMAX em 25 de outubro. O álbum, anteriormente previsto para 27 de setembro, teve o lançamento atrasado e continua sendo aguardado pelos fãs.

Fim de semestre chegando e o prazo para finalizar o TCC começa a acabar

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Rashid lança podcast e site do projeto Tão Real

Novos projetos do rapper não são para iniciantes

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Tão Real, novo trabalho de Rashid, é um álbum interativo e a longo prazo. Lançado por temporadas, três no total, o formato desafia a brevidade da música em tempos de superinformação enquanto o conteúdo quer aproximar o ouvinte da obra, propondo a ele uma forma mais sensorial de consumo. Para isso, a música se torna plataforma multimídia com som, imagem, tecnologia, mas, sobretudo, relacionamento.

Neste contexto, o disco oferece uma experiência musical diferenciada, com mais imersão, através de um site onde é possível ouvir e avaliar as faixas, montar playlists, deixar comentários, navegar pelas letras e interagir com Rashid em chats. A página ainda abarca a produção audiovisual, com os videoclipes e episódios do documentário Tão Real, que trata do processo de composição e gravação.

 

O site, www.taoreal.com.br,  está no ar desde o lançamento da primeira temporada do álbum (em 6 de setembro) e, agora, ganha conteúdo completo, referente à primeira temporada, para o fã ir maratonando enquanto aguarda as seguintes. Ele pode interagir com outros ouvintes, juntar os easter eggs deixados nos episódios do documentário, nas letras e até no poster oficial, que pode ser baixado em alta.

A chegada do conteúdo à página inclui também a estreia do podcast Tão Real.

Rashid lança podcast do projeto Tão Real

No podcast Rashid comenta o álbum faixa por faixa ao lado de convidados. Na primeira edição, o rapper disseca as novas composições enquanto troca ideia com os jornalistas Alê Santos (The Intercept e Vice BR) e Marcílio Gabriel (Programa Freestyle e ESPN). Marcílio é a voz que interage com Rashid no diálogo em “Conceito (de rua)”, que abre o disco.

A cada temporada, o seguidor poderá acompanhar os conteúdos inéditos  enquanto aprecia um álbum musical sob ângulos diversos. Tão Real, com suas tantas linguagens, abre caminhos para que a música comece a aproveitar as facilidades digitais para chegar mais longe e com mais significado.

 

Acompanhe: www.taoreal.com.br

Ouça Tão Real – Primeira Temporada: http://smb.lnk.to/TaoReal1aTemporada

Assista ao documentário Tão Real:

Trailer

Episódio 1

Episódio 2