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Doctor Who | Twitch fará maratona da série clássica em janeiro de 2019

500 episódios do programa original serão exibidos de graça

Arthur Eloi/omelete/03.01.2019

Após realizar uma maratona colossal em maio de 2018, o Twitch fará novamente uma enorme exibição gratuíta da série clássica de Doctor Who em 2019.

Novamente serão exibidos 500 episódios da era clássica do seriado da BBC, passando por todas as 26 temporadas dos sete primeiros Doctors. A transmissão começará exatamente com “An Unearthly Child“, primeira aventura do programa que foi protagonizada por William Hartnell em 1963.

Considerando o tamanho da maratona, a exibição ocorrerá em blocos de oito horas por dia, que serão reprisados duas vezes logo em seguida, de segunda a sexta. A maratona está agendada para começar em 5 de janeiro, no canal TwitchPresents.

Doctor Who concluiu recentemente sua 11ª temporada – leia a crítica aqui. A série também abriu 2019 com um especial de ano novo, que você pode conferir nossas impressões aqui. Agora, o programa estrelado por Jodie Whittaker só deve retornar em 2020. No Brasil, Doctor Who é transmitida pelo serviço de streaming Crackle.

High Life | Robert Pattinson está no espaço no primeiro trailer

Filme estreia na França em novembro

Camila Sousa/omelete/12.10.2018

Foi divulgado o primeiro trailer de High Life, ficção científica dirigida por Claire Denis. Confira acima.

Na trama, Monte (Robert Pattinson) faz parte de uma equipe de criminosos mandada ao espaço para descobrir segredos sobre o buraco negro mais perto da Terra. Na nave, ele precisa cuidar de Willow, sua filha que nasceu por inseminação artificial. Juliette Binoche e Mia Goth também estão no elenco.

O filme passou por vários festivais, incluindo Toronto e Nova York. O lançamento na França está marcado para 7 de novembro.

Han Solo – Uma História Star Wars | Crítica

Mesmo com bom elenco, derivado entrega aventura sem inspiração

A iniciativa da Disney de explorar o passado de Star Wars no cinema é, para dizer o mínimo, polêmica. Com a força da franquia estabelecida e seus personagens reverenciados por diversas gerações, é complicado não torcer o nariz para a remodelação de nomes como Luke Skywalker, Leia e Darth Vader. Isso começou em 1999 com o Episódio I, antes mesmo da Lucasfilm fazer parte do império do Mickey, e agora tem um novo capítulo com Han Solo – Uma História Star Wars.

O novo spin-off da saga explora as origens do contrabandista eternizado nas telas por Harrison Ford com uma aventura decente, mas repleta de respostas desnecessárias e momentos sem inspiração. O diretor Ron Howard suja a tela com ambientes lamacentos e explosões a todo momento, ao mesmo tempo que tenta explorar novas raças para aumentar as possibilidades do universo criado por George Lucas. O problema, porém, é pecar na hora de dar identidade e clímax à jornada de Solo. Falta ao cineasta agilidade nas perseguições, dramaticidade nos embates e um senso de grandiosidade ao filmar as sequências de ação. Visualmente, Han Solo é o mais fraco de todos os longas da série.

Por outro lado, Alden Ehrenreich surpreende como protagonista. Encubido de uma tarefa impossível, que é personificar um dos ícones do cinema moderno, o ator opta pela simplicidade e sutileza para reviver Solo. Howard acerta ao dar closes longos e silenciosos ao jovem, que não transpira a malandragem de Ford mas não faz feio ao passear entre o ladrão do dia e o bom moço de coração. O elenco, aliás, é um dos grandes acertos do filme. O vilão vivido por Paul Bettany tem pouco tempo de tela, mas o usa bem e de forma intensa. Rio (Jon Favreau), L3 (Phoebe Waller-Bridge) e Beckett (Woody Harrelson) são os destaques da equipe de Solo, além de Lando (Donald Glover), que não surpreende, mas funciona de maneira decente.

Mais do que a história de Han, o filme tenta mostrar como as pessoas que vivem à margem do Império sobrevivem na galáxia. Solo é um esquecido no planeta Corellia e Chewie um prisioneiro de guerra. No fundo, o roteiro Lawrence Kasdan tenta pintar um cenário de renegados da galáxia em um filme de assalto, mas fica limitado a responder às perguntas sobre o passado de Han Solo – boa parte, ou todas delas, desnecessárias. Quando opta por criar uma relação, sem transformar toda frase em um fan service, Solo funciona bem e diverte. Uma pena que quase todo encontro seja pretexto para uma resposta que quase ninguém queria.

O clima de Star Wars está muito diluído nas quase 2h30 de Solo. De todos os filmes da série, este é o que tem menos a dizer, pois não se agarra ao visual já estabelecido ou aos ícones consagrados do universo. Por um lado, há certa coragem em negar sabres, o Imperador, a salvação da galáxia e outros tantos temas explorado em filmes anteriores. Parte do problema está na falta de intensidade e peso nas cenas de ação.

Não há como negar que a intenção de preencher as lacunas que davam substância a personagens como Solo, Chewie e Lando, é das mais questionáveis – e a execução aqui é, em sua maioria, ruim. Por isso, mesmo que tenha um elenco à altura da franquia, Han Solo – Uma História Star Wars se torna um filme decente, mas esquecível.

Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

(Solo – A Star Wars Story)
  • País: EUA
  • Classificação: 12 anos
  • Estreia: 24 de Maio de 2018
  • Duração: 150 min.

A Verdadeira História da Ficção Cientifica mostra a trajetória do gênero literário ao longo dos anos

Publicação será lançada pela Seoman

A editora Seoman lança este mês no Brasil A Verdadeira História da Ficção Cientifica, publicação que mostra a trajetória do gênero literário ao longo dos anos, passando do preconceito à conquista das massas. Confira:

O crítico e escritor Adam Roberts traça o desenvolvimento da ficção científica desde suas origens até sua atual disseminação na cultura popular, com seus desdobramentos no cinema, música e TV.

Apresentando argumentos de que a ficção científica tem suas raízes nas viagens fantásticas da literatura grega, Roberts passa pelas suas inúmeras fases e subgêneros, da Era de Ouro a New Space Opera, para mostrar que essa é uma das grandes culturas literárias do nosso tempo.

Logo, Logo | Livro mostra dez novas tecnologias que vão melhorar ou arruinar o mundo

Publicação será lançada pela Intrínseca

 by:omelete

A Editora Intrínseca lança este mês no Brasil Logo, Logo, obra de Kelly e Zach Weinersmith que desvendam com bom-humor dez novas tecnologias que podem se tornar realidade em breve. Confira:

O livro analisa inovações tecnologias, explica por que elas são necessárias, como elas funcionariam e o que ainda as impede de ir para a frente. Dividido nas seções “O Universo logo, logo”, “Coisas logo, logo” e “Você logo, logo”, o livro fala sobre experimentos em desenvolvimento para a mineração de asteroides, matéria programável e impressão de órgãos humanos feitas em impressoras 3D.

Através de pesquisas e entrevistas com o cientistas envolvidos em cada estudo, o livro aborda não só os conceitos científicos por trás das ideias como também quais são os desafios econômicos, políticos e éticos desses avanços tecnológicos.

Hotel Artemis, filme de ficção científica com Dave Bautista e Jodie Foster, ganha trailer

Longa estreia em junho nos EUA

 by:omelete

Global Road Entertainment divulgou um trailer inédito de Hotel Artemis, filme de ficção-científica com Sterling K. BrownJodie Foster e Dave Bautista. Confira:

O elenco também conta com Sofia BoutellaBrian Tyree HenryCharlie DayJeff Goldblum Zachary Quinto. O filme é a estreia de Drew Pearce na direção, conhecido pelo roteiro de Homem de Ferro 3 e Missão: Impossível – Nação Secreta.

Hotel Artemis tem previsão de estreia em 8 de junho, nos Estados Unidos.

Rampage: Destruição Total | Crítica

Filme é fiel ao game e ignora noções narrativas em favor da atração visual

À medida em que Hollywood retorna a um senso de cinema de gênero orientado por atrações e não por pretensões de mitologia (as trilogias parecem tão coisa do passado), filmes descompromissados como Rampage: Destruição Total se tornam mais frequentes. Uma premissa mirabolante mas convincente; um perigo iminente; personagens-heróis minimamente consistentes que precisam se convencer de seu destino manifesto – a fórmula é velha mas se renova com facilidade.

A adaptação do game estrelada por Dwayne Johnson adere logo de cara à noção de que esse tipo de filme precisa, antes de mais nada, da sensatez de não perder tempo com o desnecessário. E em Rampage tudo é bastante imediato: um acidente na órbita da Terra faz caírem três caixas com um mutagênico que cria nos EUA três animais gigantes, que são atraídos até Chicago por um sinal, e cabe a The Rock impedir uma destruição como aquela que se vê no jogo (elemento que o filme segue com um ou outro easter egg para o fã mais atento).

O diretor Brad Peyton – que trabalhou antes com Johnson em Viagem 2 e no filme-catástrofe San Andreas, cujo parentesco com Rampage é muito claro como fator de venda do novo longa – não tem muito tino narrativo, porém, para diferenciar aquilo que pede imediatismo daquilo que é simplesmente funcional ou trivial. Então o que se vê em Rampage é uma construção de arcos de personagem bastante precária, acompanhada de viradas de roteiro entregues ao público com uma exposição bastante burocrática.

Rampage busca o imediato e o descomplicado, sim, mas isso acaba se traduzindo no filme em uma aborrecida história com meia-dúzia de personagens explicadores de trama: o melhor amigo do protagonista está lá só para lembrá-lo do arco de superação de trauma, por exemplo, e sai de cena minutos depois de concluir essa função. Da mesma forma, é muito oportuno que os irmãos vilões tenham imagens via satélite de tudo o que ocorre no filme, porque afinal na cabeça dos realizadores não basta narrar eventos, é preciso que dois personagens expliquem entre si (e para nós) aquilo que acabamos de ver.

É com alguma satisfação, portanto, que se assiste aos momentos de destruição em Rampage, porque fica logo evidente que todo esforço criativo de Peyton foi dedicado exclusivamente em conceber, desenhar e renderizar as capturas de movimento e o CGI do destruction porn, que se desenrola sem renegar o caráter ridículo que lhe é natural. (O ridículo aparece antes na cafonice com que Johnson e Naomie Harris discutem seus dramas, mas como em tudo neste filme a cena passa suficientemente rápido para que não incomode tanto.)

É o ridículo, no fim, o único elemento de Rampage que poderia se dizer autêntico ou particular. Graças ao ridículo, inclusive, o grande momento do filme, envolvendo a destruição de um dos cartões-postais de Chicago (uma cena que recorre à iconografia do 11 de Setembro, tomadas as devidas proporções, de forma parecida com que Godzilla recorria ao imaginário da Segunda Guerra e do perigo nuclear para ganhar força), transcorre sem que essa emulação do WTC se fixe e se transforme num mal estar para o espectador. Rampage existe em função dessa cena. A questão é tolerar o resto até lá.

Rampage – Destruição do Total (2018)

(Rampage)
  • País: EUA
  • Classificação: Não definido
  • Estreia: None
  • Duração: indisponível

Nota do crítico:twohands(Regular)

Círculo de Fogo – A Revolta | Crítica

Continuação reduz o original ao que ele tem de familiar, mas superestima o valor da franquia

Assim como a Rey de Star Wars, Amara (Cailee Spaeny), uma das protagonistas de Círculo de Fogo: A Revolta, se apresenta não apenas como a jovem representante do seu público-alvo dentro do filme como também coloca-se na função do intérprete fanboy – o personagem-símbolo dos nossos tempos, criado com um pensamento de mercado para tratar o colecionismo como pré-requisito da fruição de um filme nerd. Acontece – antes de mais nada – que Círculo de Fogo não é Star Wars; não há uma mitologia intrincada a atualizar, uma lacuna de gerações a preencher.

Então se o segundo Pacific Rim já tinha desde o princípio da sua produção uma cara de versão derivativa do longa dirigido por Guillermo Del Toro, isso acaba se consumando, dentro da trama, na própria relação que A Revolta estabelece com seu predecessor. Amara sabe de cor os nomes dos Jaegers (que os personagens intitulam obsessivamente, até depois de encarar um novo vilão, porque afinal não há maniqueísmo na hora de vender boneco), assim como John Boyega se recusa a repetir os discursos do seu pai (vivido por Idris Elba no primeiro filme) e tenta de tudo para se autoironizar nas suas falas.

Amara, então, é a devota de Pacific Rim, e Boyega faz o “hater” de Pacific Rim, e é nessa dinâmica bastante magra de reverência ao primeiro filme que o trabalho do diretor Steven DeKnight tenta se sustentar, enquanto amplifica os tamanhos dos Kaijus e a variedade dos Jaegers, replica conceitos científicos criados por Del Toro e joga aqui e ali os temas do momento (como guerra feita à distância com drones). Nome saído da televisão, DeKnight não dá ao filme as texturas e a escala que Del Toro impôs ao seu filme (faz bastante diferença o senso espacial e a velocidade dos robôs mais robustos), mas também não faz feio na computação gráfica e no escopo de pretensões épicas.

O novo Círculo de Fogo faz o beabá do supersentai com competência, sem fugir do tom de filme B despretensioso com humor autorreferencial. A sessão pode até ser bastante prazerosa se o espectador estiver disposto a ignorar todas as reduções que generalizam situações, tipos e conceitos vistos no primeiro longa. Os personagens, por exemplo, são basicamente divididos entre os excêntricos e os marrentos, únicos traços de personalidade que os define, e não por acaso os melhores ainda são aqueles que Del Toro havia criado (e que ganham aqui tamanho desproporcional à sua importância original, como Herman Gottlieb). De resto, Círculo de Fogo 2 teria se beneficiado muito com menos Scott Eastwood e mais Jin Zhang (de que adianta escalar os astros chineses de artes marciais para agradar o público local se eles não dão uma voadorazinha).

Círculo de Fogo: A Revolta (2018)

(Pacific Rim: Uprising)
  • País: EUA
  • Classificação: Não definido
  • Estreia: 22 de Março de 2018
  • Duração: indisponível

 

Jogador Nº 1 | Crítica

A volta do Steven Spielberg moleque

by:omelete

Ninguém melhor que Steven Spielberg para levar às telas a adaptação de Jogador Nº 1 de Ernest Cline. O cineasta, afinal, é a maior influência (o maior responsável, na verdade) por tudo aquilo que inspirou o autor do livro a criar sua distópica obra devota aos anos 1980. Mas não é o Spielberg “adulto”, o histórico e dramático, que vemos aqui no comando de Jogador Nº 1, mas o cineasta moleque, aquele de Tubarão, E.T., Contatos Imediatos e Indiana Jones… o que torna a experiência ainda melhor.

Spielberg não apenas entende o milhar de referências do livro, mas ajudou a criá-las direta ou indiretamente – assim como a linguagem em que Cline se apoia em seu romance. O cineasta era sinônimo de aventura infanto-juvenil (juntamente com George Lucas, Robert Zemeckis, Richard Donner e tantos outros que transformaram o mundo e a cultura pop quatro décadas atrás) e aqui ele se recorda disso. O mestre retorna a sua melhor forma, homenageando essa época tão importante, em que os recém-empoderados diretores – que nos anos 70 passaram de coadjuvantes dos produtores a verdadeiros chefes criativos -, ganharam o direito de sonhar mais alto, com a indústria abrindo seus cofres para a fantasia e ficção científica, dando vida a imagens até então apenas registradas nas páginas das histórias em quadrinhos.

Com tal pedigree, Jogador Nº 1 é muito mais do que a habitual e cansada colagem de referências pop que temos aos montes hoje. A nostalgia é uma desculpa, não um objetivo. É no mundo criado (ou seria cocriado?) por Cline que Spielberg encontra a oportunidade para revisitar a inocência do passado. Até em estrutura o filme é um grande retorno aos clássicos oitentistas – e o final igualmente simples e genial é prova mais que perfeita disso.

Mas Jogador Nº 1 também é a forma que o cineasta encontrou para se atualizar. Ao ampliar as referências do filme ele mostra que não apenas entende as preferências de uma nova geração como também seu comportamento. O roteiro de Zak Penn e do próprio Ernest Cline é repleto de momentos sutis sobre quem somos hoje – sobre a sociedade online, conectada e ao mesmo tempo desligada da realidade.

No filme, como no livro, o ano é 2045. Nele, sobreviventes do período mais sombrio da humanidade precisam sobreviver em meio ao desemprego e a fome. Nessa realidade vive Wade Watts, um garoto pobre e órfão de 17 anos que, como escapismo, faz o mesmo que tantos outros milhões como ele: passa horas e horas conectado ao OASIS: um mundo online em que a realidade virtual turva os sentidos e coloca na busca por itens e moedas a satisfação que o corpo costumava encontrar de outras maneiras décadas atrás.

Ty Sheridan faz um bom Wade Watts em sua jornada para encontrar as três pistas que o falecido criador do sistema, James Halliday (um caricato Mark Rylance), deixou para o mundo. Ao vencedor, o controle sobre o OASIS – algo que move o industrialista Nolan Sorrento (Ben Mendelsohn, em papel que já virou recorrente para ele).

Há um maior equilíbrio na adaptação entre os mundos real e virtual, aproveitando os atores – que no OASIS encarnam avatares digitais. Há menos desafios e subtramas também, como esperado, mas o resultado, sob o comando de Spielberg, é muito bem amarrado. Cada referência tem um sentido e a qualidade do mundo virtual é estarrecedora, algo surpreendente em tempos em que basicamente todos os blockbusters do cinema contêm cenas quase que totalmente digitais. O OASIS é tão perfeito que em determinado momento, quando surge um ator em cena, há uma inversão no chamado “vale da estranheza”. O humano parece irreal perante o digital. Spielberg mergulha tão fundo no mundo de Jogador Nº 1 que os limites se tornam borrados. Passado, presente, nostalgia, realidade, digital e orgânico fundem-se em um espetáculo visual digno de seus marcos passados. O ciclo ganha um reboot e – felizmente – o mestre está com o dedo no botão.

Jogador Nº 1 (2018)

(Ready Player One)
  • País: Estados Unidos
  • Classificação: Não definido
  • Estreia: 29 de Março de 2018
  • Duração: indisponível

Another Life é a nova série de ficção científica da Netflix estrelada por Katee Sackhoff, de Battlestar Galactica

Projeto é criação de Aaron Martin, roteirista de Slash

Battlestar Galactica/Syfy/Divulgação
 - Battlestar Galactica/Syfy/Divulgação

A Netflix anunciou uma nova série de ficção científica estrelada por Katee Sackhoff, a Starbuck de Battlestar Galactica. A informação é da Variety.

Chamada de Another Life, a trama acompanhará a astronauta Niko Breckenridge (Sackhoff) guiando uma missão para investigar a origem de um artefato alienígena, prestes a descobrir que talvez nunca mais voltem.

O programa é criação de Aaron Martin (Slasher, Degrassi), que também será o showrunner. Com dez episódios, ainda não há previsão de estreia para Another Life.